Fonte: digoiasedf
Vítima de 65 anos sofreu diversos ferimentos provocados por faca e foi socorrida ao Hospital Regional
Uma mulher de 43 anos foi presa em flagrante na tarde desta terça-feira, após ser suspeita de esfaquear a própria mãe, de 65 anos, em uma residência no Jardim Oliveira, em Formosa. A vítima sofreu diversos ferimentos e precisou ser socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e pelo Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO).
De acordo com a Polícia Militar, a equipe foi acionada por volta das 12h50 para atender uma ocorrência de esfaqueamento. Ao chegar ao local, os policiais encontraram a vítima sentada na garagem da residência, com intenso sangramento e várias lesões aparentes provocadas por faca.
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A mulher relatou aos militares que havia sido atacada pela própria filha. Diante da gravidade dos ferimentos, os policiais realizaram compressão direta com panos para tentar conter o sangramento até a chegada das equipes de resgate. A vítima apresentava lesões na cabeça, no braço, nas costas e na região do tórax.
Segundo o registro policial, a suspeita permanecia no interior da residência, bastante alterada e ainda portando a faca utilizada na agressão. Os policiais iniciaram uma negociação verbal para que ela soltasse a arma. Após alguns instantes, a mulher se aproximou da equipe, deitou-se no chão e foi contida com o uso de algemas.
Após o atendimento pré-hospitalar, a vítima foi encaminhada ao Hospital Regional de Formosa para receber atendimento médico.
Durante buscas no imóvel, os policiais localizaram inicialmente o cabo da faca no corredor da residência. Em seguida, encontraram a lâmina escondida debaixo da pia, ainda com marcas de sangue. O material foi apreendido e encaminhado à autoridade policial.
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A suspeita foi conduzida ao Instituto Médico Legal (IML) para realização de exame de corpo de delito e, posteriormente, apresentada na Delegacia de Polícia. Por determinação da autoridade policial, foi lavrado auto de prisão em flagrante pelo crime de lesão corporal praticada contra mulher por razões da condição do sexo feminino.
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O caso foi registrado pela Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar de Goiás e Polícia Civil, que dará continuidade às investigações.
Até a publicação desta reportagem, os nomes das envolvidas não haviam sido divulgados pelas autoridades. Por isso, o portal digoiasedf.com.br não conseguiu localizar a defesa da mulher presa para que se manifestasse sobre o caso.