🕒 Atualizado em: 9 de setembro de 2026 às 10:54
Idoso de 69 anos teria perseguido o animal e, segundo a denúncia, estaria armado com um facão; cachorro ficou ferido
Um homem de 69 anos foi denunciado por suspeita de maus-tratos contra um cachorro no Assentamento PA Barra I, na zona rural de Formosa, no Entorno do Distrito Federal. O episódio teria ocorrido por volta das 18h30 da última sexta-feira (4), mas foi comunicado formalmente à Polícia Civil na tarde desta terça-feira (8).
Tutora diz ter presenciado perseguição
De acordo com o registro policial, a tutora do animal, uma mulher de 58 anos, estava em casa quando ouviu uma gritaria nas proximidades da propriedade.
Ao sair para verificar a situação, ela teria visto o próprio irmão correndo atrás de um dos cachorros da família, possivelmente utilizando um facão.
Ainda conforme o relato apresentado à polícia, durante a perseguição, a esposa do suspeito teria gritado uma frase incentivando que o animal fosse morto.
Ao perceber a presença da irmã, o homem teria interrompido a ação.

Cachorro teria ficado ferido
A comunicante afirmou à Polícia Civil que o cachorro ficou bastante ferido após o episódio. Ela apresentou imagens das lesões do animal durante o registro da ocorrência.
O documento, no entanto, não informa se o cachorro recebeu atendimento veterinário nem apresenta detalhes sobre a extensão ou a gravidade dos ferimentos.
A mulher também relatou que, em outra ocasião, o irmão teria castrado outro cachorro pertencente a ela sem autorização.
Vizinhos criam vários cães
Segundo o registro, os irmãos são vizinhos e mantêm vários cães nas respectivas propriedades rurais.
As chácaras ficam uma em frente à outra e, conforme relatado à polícia, não possuem muros ou outras barreiras capazes de impedir a circulação dos animais, o que permitiria que os cães transitassem entre as propriedades.
Caso será investigado pela Polícia Civil
A ocorrência foi registrada como suspeita de maus-tratos contra animais, conduta prevista no artigo 32 da Lei nº 9.605/1998, a Lei de Crimes Ambientais.
O caso deverá ser apurado pelas autoridades competentes, que poderão reunir outros elementos para esclarecer as circunstâncias e eventual responsabilidade.
Até o momento, a versão do homem apontado na ocorrência não consta no documento analisado pelo DI GOIÁS e DF. A denúncia, portanto, não representa conclusão definitiva sobre a responsabilidade do investigado.
O animal também poderá passar por avaliação veterinária, caso seja necessário, para verificar a extensão das lesões relatadas.
Por DI GOIÁS e DF — digoiasedf.com.br




