A PRF apreendeu uma carga ilegal na BR-020, em Simolândia (GO), com destino a Brasília. Entre os produtos estavam Retatrutide, anabolizantes, iPhone 17 Pro Max e perfumes importados sem nota fiscal. Saiba mais.
Fonte: NUCOM/DF
Colaborador – Inspetor Carlos dos Santos.
Carga irregular que tinha como destino Brasília foi interceptada com medicamentos para emagrecimento, eletrônicos e produtos de luxo
SIMOLÂNDIA (GO) — A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na tarde da última quarta-feira (10), uma carga expressiva de mercadorias importadas ilegalmente durante uma fiscalização de rotina na BR-020. O material, que não possuía comprovação fiscal, tinha como destino final a capital federal, Brasília (DF).
VEJA MAIS Tragédia no trabalho
LEIA TAMBÉM
Medicamentos e Anabolizantes Retidos
Dentre os produtos apreendidos, o que mais chamou a atenção dos agentes foi a quantidade de substâncias voltadas para o emagrecimento e ganho de massa muscular. A lista inclui:
- 20 unidades de Retatrutide: Substância moderna utilizada no tratamento de obesidade.
- 500 comprimidos de Cloridrato de Clembuterol: Composto frequentemente usado para queima de gordura.
- 25 caixas de TG (contendo 4 ampolas cada).
- 10 ampolas de Durateston (250 mg/ml) e 10 ampolas de Decaland Depot (anabolizantes).
- 10 unidades de Glow GHK-Cu: Peptídeo utilizado em tratamentos estéticos.
Eletrônicos e Perfumaria de Luxo
Além do forte arsenal de medicamentos, os contrabandistas transportavam tecnologia de ponta e itens de luxo, todos sem as devidas notas fiscais de importação:
- Smartphones: 5 aparelhos iPhone 17 Pro Max, 2 iPhone 12 e 2 Redmi Note 15.
- Perfumes: 90 frascos de fragrâncias importadas de marcas diversas.
Encaminhamento Legal: Diante do flagrante de crime fiscal (descaminho/contrabando), todas as mercadorias foram apreendidas e encaminhadas à Receita Federal para as devidas providências legais. O veículo e o condutor foram liberados após os procedimentos administrativos da PRF.
O espaço segue aberto para manifestação. Até o fechamento desta matéria, os nomes dos envolvidos não haviam sido divulgados pelas autoridades, impossibilitando o portal digoiasedf.com.br de localizar a defesa para que se pronunciasse sobre o caso.